“Eu precisava de uma mudança de vida, alguma coisa que não fosse temporária”.
Histórias de sucesso não faltam no LEVE. A nossa “Inspiração LEVE” é a bancária Simone Brufatto Ramos, de 42 anos, e que desde 1997 conta com o apoio da equipe Flávia Felippe. “Eu parei apenas uma vez, por três meses, por questões de horário, porque eu estava fazendo um curso. Foi um período que eu continuei fazendo o plano sozinha e assim que eu tive disponibilidade voltei”, conta Simone.

E lá já se vão 17 anos…
Tudo começou depois que ela engordou 25 quilos em uma gravidez. O problema?! Ela ganhou e ficou com 25 quilos a mais do que o peso normal por três anos. Foi aí que chegou a hora de dar um basta: “Eu sempre tive um histórico de sobrepeso, nunca fui magra. Não tenho memória de ser magra e ali foi um período bem conturbado. Porque eu tive uma gravidez, uma filha, e essa filha morreu bebezinho… E eu continuei comendo. E continuei com o mesmo peso que eu tinha. Não conseguia perder de jeito nenhum. Foi aí que eu me dei conta que queria alguma coisa que não fosse temporária.
Eu tinha noção que eu precisava de uma mudança de vida. Mudança de estilo de vida. E no meu caso não tinha que ser uma dieta que eu ia fazer por um tempo e que eu ia voltar ao normal. Eu tinha que adquirir outros hábitos para o resto da vida”.
Decidida e focada a mudar, Simone emagreceu 40 quilos em um ano. “Perdi ‘três botijões de gás'”, brinca. Depois que iniciou o acompanhamento, ela se deu conta do quanto extrapolava na comida. “Era minha válvula de escape pra tudo: se eu estava triste, comia… Se eu estava muito feliz, comia… Se eu não tinha nada pra fazer, comia…”, disse a bancária, lembrando que não deixou de comer. “Continuo comendo, mas de maneira mais saudável”, complementa.
Pra quem se empolgou com a nossa “Inspiração LEVE”, Simone dá a dica:
“Eu acordo muito cedo para poder ter uma atividade física antes de ir para o trabalho. E aí eu saio carregada com os meus ‘lanchinhos’. Criei uma rotina”, diz. Para ela, emagrecer não depende de milagres ou mágicas. “É preciso querer muito e se mover para alcançar. Tem que ter foco, meta, disciplina. Mas sempre é possível. Se até eu consegui…”, brinca.
E quando questionamos sobre a dificuldade de manter o peso, ela responde:
“Hoje já está enraizado eu fazer no mínimo as seis refeições por dia. Onde eu vou sempre tenho o meu lanchinho na bolsa. E não abro mão de fazer a minha atividade física, mesmo que eu tenha que acordar de madrugada para fazer isso. Então essa é uma prioridade”. E o LEVE é fundamental neste processo. “Com o trabalho em grupo a gente se dá conta que não está sozinha. Que tem muita gente com as mesmas dificuldades, muita gente precisando de ajuda… e vamos trocando experiência de vida. E isso nos fortalece”.
E será que emagrecer significa passar fome?
“Eu tive uma mudança muito grande, porque eu tinha uma alimentação totalmente desregrada: não tomava café da manhã, comia porcaria no almoço e me empanturrava na janta. Eu aprendi a comer salada, a comer outras coisas… E fome é uma coisa que eu nunca passei. A gente troca os alimentos: não se para de comer, só se come melhor”, conclui feliz.

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