E quando acontece a autossabotagem na saúde: como evitar ?
Estamos aprendendo cada vez mais a lidar com os outros, a nos defendermos de quem tenta nos prejudicar, estamos mais conscientes de nossos direitos, seguimos à risca o Código do Consumidor.
Mas o que dizer daquelas pequenas falhas de autossabotagem? Sabemos o que devemos fazer, mas algo mais forte parece obter o controle e ficamos perdidos, sem saber como continuar.
Junto com a reeducação alimentar há também a emocional e as duas juntas fortalecem sua força para ir adiante. A teoria é bem mais fácil que a prática. Mas, é possível mudar esse padrão de
comportamento e os resultados, com certeza, são compensadores. Para mudar qualquer tipo de comportamento o primeiro passo é identificá-lo. Veja com qual (is) dele(s) você se identifica:
Não sei o que sinto – Negar os próprios sentimentos é um hábito traiçoeiro e pode trazer prejuízos graves a longo prazo. Você perde a credibilidade e a confiança em si mesmo.
Sinto-me muito bem com minha aparência – Você pode até omitir para os outros como se sente, mas não esconda a verdade de si mesmo. Se olhar de frente para o espelho e não gostar da sua imagem, ficará mais fácil saber o que precisa mudar. Encare-se de frente!
Estou sempre adiando o início – O dia de amanhã é uma péssima escolha para começar. Hoje é o melhor dia para cuidar mais de si!
Dependo do incentivo dos outros para começar ou continuar – Procure valorizar tudo que já conseguiu e comece a acreditar mais na suas virtudes.
Já comecei tantos planos alimentares e nunca deu certo – Sempre é hora de (re) começar, não importa quantas vezes se tenha tentado. Seu momento agora é outro, e os resultados também serão.
Acredite nisso!
A família não coopera – Conscientize-se de que quem está seguindo um programa alimentar é você. Claro que ter o apoio e a ajuda da família é muito melhor.
Sou o gordinho da família. Por que não me ajudam?
Quando estou nervoso, ansioso, como tudo que posso – Tenha consciência que não deve tentar resolver seus problemas comendo mais. Isso irá aumentar seus problemas ao invés de resolvê-los.
Como tudo que tenho vontade e depois me culpo – Não coma por comer, analise o que está fazendo. Pergunte-se: “Por que vou comer? Estou com fome?” E só coma depois das respostas.
Faça isso até se tornar um hábito.
Não consigo ficar sem comer doces ou chocolate – É preciso identificar o que está por trás dessa necessidade. O que mais te dá prazer além de doces?
O resultado é lento, não tenho paciência – A ansiedade cria expectativa e idealiza os resultados imediatamente! O que é mais importante, obter resultados ainda que lentos, porém duradouros e saudáveis ou não obter resultados passageiros e perigosos a sua saúde?Ou ainda, eliminar alguns quilos rapidamente e com a mesma rapidez voltar ao peso anterior? Quanto tempo você levou para atingir o peso atual?
Não tenho tempo para preparar meu cardápio – Procure uma nutricionista. Ela estará sempre à sua disposição com sugestões de alimentos que você tenha mais facilidade para preparar. Peça orientação.
Se você identificou alguns desses comportamentos como justificativas para não se cuidar, agora é hora de começar a mudá-los. O processo de alcance do peso desejado faz parte de todo um processo e isso pode levar algum tempo. Você já deu o primeiro passo em sua nova caminhada – a escolha do seu bem-estar.

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